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Silvicultura (tecnologia)

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Resumo do Curso

Tecnólogo em silvicultura

Tecnólogo em silvicultura é o profissional formado em curso superior de tecnologia em produção silvicultura, que se enquadra nos cursos da área de tecnologias relacionadas à produção animal, vegetal, mineral, aqüícola e pesqueira. Esse profissional é quem planeja, orienta, gerencia e supervisiona trabalhos voltados para o melhoramento, manejo, produção de espécies florestais, implantação de viveiros e comercialização de mudas de espécies, dominando a legislação ambiental. Além disso, é responsabilidade desse profissional a preservação, conservação, reflorestamento, soluções tecnológicas competitivas para o desenvolvimento regional sustentável.

Quais as características desejáveis para ser um tecnólogo em silvicultura?

Para ser um tecnólogo em produção silvicultura é necessário que o profissional se interesse pelos por espécies florestais e por soluções para a preservação ambiental. Outras características desejáveis são:

  • responsabilidade
  • dinamismo
  • capacidade de observação
  • capacidade de organização
  • competência de liderança
  • fácil entendimento de processos
  • raciocínio rápido
  • metodologia
  • capacidade de lidar com as pessoas

Qual a formação necessária para ser um tecnólogo em silvicultura?

Para ser um tecnólogo em silvicultura é necessário que o profissional seja formado em um curso superior de tecnologia em silvicultura, conseguindo, assim, o diploma de tecnólogo. O tecnólogo, segundo Decreto 2208 de 17 de abril de 1997 deve ser considerado um profissional de nível superior e tem direito de realizar pós-graduação Stricto Sensu (mestrado e doutorado) e / ou Lato Sensu (especialização). Tal modalidade de curso visa a formação de profissionais especializados em campos específicos do mercado de trabalho, por tal razão seu formato é mais compacto e sua grade curricular mais direcionada, tendo assim, duração média inferior à dos cursos de graduação regulares.

Principais atividades

  • planejar e elaborar o projeto de produção de espécies florestais e de reflorestamento
  • gerir toda a cadeia produtiva
  • elaborar projetos de reflorestamento
  • planejar, implementar, acompanhar e gerenciar todo o processo de realização dos projetos
  • realizar controle de qualidade dos produtos e análises laboratoriais
  • gerenciar a utilização dos equipamentos, das técnicas e do maquinário
  • estudar e trabalhar no desenvolvimento de novas tecnologias e soluções tecnológicas viáveis e susntentáveis
  • elaborar estudos e desenvolver pesquisas na área
  • desenvolver novos produtos e negócios na área de produção de espécies florestais
  • elaborar projetos de redução de custos e maximização da preservação

Áreas de atuação e especialidades

Esse profissional trabalha no gerenciamento do processo de produção florestal, portanto, geralmente atua junto à empresas e instituições que promovem o reflorestamento, em agências de elaboração de relatórios de danos e de soluções de preservação, e também como consultor de redução de danos florestais. Também junto à madeireiras, produzindo espécies para o corte ou em centros e institutos de pesquisas científicas e tecnológicas.

Mercado de trabalho

O mercado de trabalho para esse profissional é amplo, visto que, o Brasil é um país onde ainda existe muita área florestada, porém, onde a devastação natural é grande, portanto a preocupação com a preservação ambiental e a exploração sustentável é crescente e urgente. A área de produção de tecnologias e técnicas sustentáveis também é uma boa opção.

Curiosidades

A história dos cursos de tecnologia no Brasil remonta o final dos anos 60 e início dos 70, no âmbito federal de ensino e no setor privado e público, na cidade de São Paulo, quando aconteceram as primeiras experiências nesse sentido.
O primeiro curso superior de tecnologia foi criado no Brasil no ano de 1969, na FATEC - SP, de Construção Civil, nas modalidades: Edifícios, Obras Hidráulicas e Pavimentação. Tais cursos foram reconhecidos pelo MEC em 1973.
Durante a década de 70, essa modalidade de ensino passou por um período de crescimento, quando em 1979, o MEC mudou a política de estímulo à criação de cursos de tecnologia nas instituições públicas federais, sendo, os mesmos, extintos a partir dos anos 80. Em 1998, com o presidente Fernando Henrique Cardoso, ressurgem os cursos superiores de tecnologia, com nova legislação, que respondia às necessidades e demandas educacionais na sociedade brasileira.
Na tentativa de aprimorar, fortalecer e dar mais prestígios aos cursos superiores de tecnologia, foi elaborado pelo Ministério da Educação, em 2006 o Decreto n° 5.773/06, que estabelece o Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia. Esse documento, elaborado por profissionais da educação serve como guia para estudantes, educadores, instituições ofertantes, sistemas e redes de ensino, entidades representativas de classes, empregadores e o público em geral.

 


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