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Inep vai investir R$2 milhões em editais para correção do Enem

13/07/2012 - 10:00h

O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) Luiz Cláudio Costa apresentou, na última quinta-feira, um investimento de R$ 2 milhões em editais para promover estudos e discussões sobre correção das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O anúncio foi feito na abertura da reunião ordinária do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), em Palmas, Tocantins.

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Costa destacou os procedimentos para garantir a máxima segurança possível ao exame, incluindo precauções que vão desde a preparação das questões que serão escolhidas por especialistas até a impressão e distribuição das provas. O exame bateu recorde de inscrições este ano, com quase 5,8 milhões de candidatos. Luiz Cláudio esclareceu que depois da criação de um Comitê de Governança, responsável por definir as principais questões relativas ao Enem, o edital ficou mais completo e este ano, pela primeira vez, não houve contestação jurídica e houve uma reavaliação sobre as redações do Enem e as formas de correção. "É preciso que o estudante tenha confiança no Enem", disse.

O presidente do Inep anunciou também que em julho será divulgado o Guia do Estudante, com orientações de como acontecem as avaliações, as correções, além de instruções de como solucionar as dúvidas. As provas no Enem serão realizadas nos dias 3 e 4 de.

Para o secretário estadual de Educação do Espírito Santo, Klinger Marcos Barbosa Alves, representante do Consed no Comitê de Governança do Enem, as medidas adotadas pelo Inep garantem mais segurança ao processo e aos estudantes, além de evitar distorções na certificação do ensino médio. "O sistema está bem mais definido e nós continuaremos acompanhando, monitorando e sugerindo aperfeiçoamentos, se necessário", disse Klinger.

Pelo menos duas das modificações apresentadas pelo presidente do Inep foram debatidas internamente no Consed, ambas relacionadas à concessão de certificações de ensino médio. O Inep tornou mais rigorosa a concessão ao subir para 450 a pontuação mínima dos candidatos maiores de 18 anos que não concluíram os estudos e também impediu que os estudantes regulares sem conclusão do ensino médio conseguissem se inscrever para obter a certificação.



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