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Intercâmbio de idiomas: descubra qual é a moradia ideal para você

24/04/2013 - 07:00h

A casa de família, o dormitório estudantil e o apartamento estudantil dividido são as três opções de moradia mais comuns oferecidas no Intercâmbio de idiomas.

Para tirar dúvidas sobre qual será a mais indicada durante sua estadia no exterior, vale a pena considerar pontos, como o custo de cada moradia e a duração da estadia, o tempo que levará para se deslocar até o curso de idiomas e o tamanho da cidade, a idade e, principalmente, o nível de sociabilidade.

Essa análise minuciosa pode evitar muito aborrecimento mais para frente. Afinal, a adaptação não é limitada à rotina de estudos, mas inclui o lugar onde vai morar e passar suas horas de descanso e algumas das suas horas livres. 

'Homestay'

A casa de família é a acomodação que predomina entre os mais jovens, até por influência dos pais, que são ativos na escolha da moradia.

"O intercambista vira parte da família anfitriã e viaja com ela, passeia com ela. Já os mais velhos não têm essa rotina tão próxima", diz a gerente de marketing da agência de intercâmbio EF, Alessandra Azevedo.

É bom lembrar que o termo "casa de família" nem sempre é a combinação de um casal com filhos. Há mulheres que recebem mais de um intercambista, formando um núcleo familiar informal, ou casais aposentados sem filhos, por exemplo. Se houver muita diferença de convivência, o estudante pode pedir a troca da casa de família.

Moradias estudantis

No caso das moradias estudantis, a primeira pergunta que deve ser feito à agência de intercâmbio é quanto à localização ? e fica perto ou longe das suas aulas. Isso porque nem todo dormitório, como também são chamadas as residências, fica próximo da escola de idiomas ou dentro de um campus, no caso de cursos administrados por Universidades.

O futuro intercambista também precisa perguntar se o quarto é compartilhado com outros estudantes, se tem banheiro individual ou dividido (banheiros que ligam dois quartos diferentes), o esquema de refeições e os espaços de uso coletivo para não ter decepções, indica o presidente da Belta (Associação Brasileira de Operadores de Viagens Educacionais e Culturais), Carlos Robles.

Nos apartamentos estudantis, os moradores podem ter um quarto para só chamar de seu ou dividi-lo com outros estudantes. Todos têm de administrar a responsabilidade da manutenção básica, que inclui a limpeza da cozinha e do banheiro. 

Confira o que levar em conta:

  • Sociabilidade - O modo como se relaciona conta muito na escolha de um tipo de moradia. A diferença maior está na casa de família, pois o intercambista passa a conviver com uma família anfitriã local e deve respeitar os horários estabelecidos por eles, além de reportar os dias quando vai chegar mais tarde para não causar alarmes
  • Deslocamento - Cidades menores não têm a malha de transportes que uma metrópole dispõe, como uma variedade de linhas de metrô e oferta de maior número de ônibus. O resultado é que provavelmente levará mais tempo para se deslocar entre a moradia e o curso de idiomas. Antes de decidir por um pacote de intercâmbio, peça os endereços do lugar onde terá aulas e onde moraria, e pesquise na internet a distância. O intercambista precisa considerar até mesmo uma bicicleta para se deslocar
  • Custo e período de estadia - A casa de família é uma das opções mais em conta, segundo as agências de intercâmbio consultadas, mas, se o período de permanência for mais de três meses, as outras opções de moradia podem sair mais vantajosas. As residências e os apartamentos estudantis, além do aspecto de privacidade, permitem um contato maior com estudantes de outros países. 


Fonte: Uol



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