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‘GLOBO UNIVERSIDADE’ VISITA CENTRO DE REFERÊNCIA MUNDIAL EM TECNOLOGIA

15/07/2013 - 00:00h

Neste sábado, dia 13, o ‘Globo Universidade’ apresenta reportagem gravada no MIT (Massachusetts Institute of Technology), nos Estados Unidos, referência mundial em inovação e tecnologia. O repórter Paulo Mário Martins conhece os modernos laboratórios da instituição e conversa com os estudantes brasileiros que vêm contribuindo nas pesquisas desse grande centro. O programa conta a história do instituto e mostra as novidades científicas que estão sendo desenvolvidas por lá.

A brasileira Katherine Martinez está estudando Engenharia Eletrônica no MIT por um ano. A jovem é bolsista do programa Ciências de Fronteiras, que oferece auxílio aos intercambistas, e desenvolve um protótipo com objetivo de coletar amostras que testam a qualidade da água do oceano.  A grande inovação da sua pesquisa está no formato do robô que faz os testes: o material é igual a uma arraia de verdade. “Esse modelo afeta menos o ambiente que ele está invadindo. Se você coloca um robô, as plantas e os peixes percebem e podem reagir de forma negativa”, explica.

Outro brasileiro que também está contribuindo para as pesquisas do MIT é Daniel Lopes, estudante de Engenharia Mecânica e Aeronáutica. O aluno já trabalhou em diferentes áreas da instituição, mas o seu projeto favorito é o fogão que cabe até dentro de uma mochila. O objeto foi desenvolvido para ser usado em ocasiões como acampamento. “Eu quero levar o que aprendi para o Brasil, de uma forma diferente e acessível”, diz.

O programa apresenta ainda a pesquisa que busca fabricar um fígado artificial. O estudo conta com a participação do estudante baiano Wesleyan Araújo. “A minha missão aqui é trabalhar na parte da engenharia, no cultivo de célula”, comenta. O trabalho é complexo e há muitos pesquisadores trabalhando juntos com o mesmo objetivo. Já no quadro ‘Nota 10’, o ‘Globo Universidade’ conhece o pesquisador Hermano Krebs. Há 23 anos no MIT, ele abre as portas do seu laboratório e mostra as suas pesquisas na área de reabilitação robótica. “A ideia é auxiliar pessoas com problemas neurológicos e tentar aumentar e otimizar a recuperação depois de um derrame cerebral ou AVC (acidente vascular cerebral)”, explica.


Fonte: Globo Universidade



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