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FIOCRUZ e UNIFESO desenvolvem teste para diagnóstico mais simples da Hepatite A

O projeto é uma parceria antiga do Laboratório de Desenvolvimento Tecnológico em Virologia do IOC

26/02/2013 - 05:57h

Um método desenvolvido por cientistas do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/FIOCRUZ) em parceria com o Centro Universitário Serra dos Órgãos (UNIFESO) pode se tornar a opção mais barata e aceitável para o diagnóstico e o tratamento da hepatite A, como também da Rotavirose e HSV1. O método deverá facilitar o acesso a essas terapias no Brasil e substituirá o uso de animais por ovos de aves com rendimento superior, já que a quantidade de anticorpos presente em uma gema de ovo é três vezes maior do que a encontrada no volume correspondente de soro de coelho, animal comumente usado para este fim. A estratégia já foi concluída e o processo de validação está em andamento.

O projeto é uma parceria antiga do Laboratório de Desenvolvimento Tecnológico em Virologia do IOC com o curso de Medicina Veterinária do UNIFESO, como também da Fundação Ezequiel Dias do Estado de Minas Gerais (FUNED) e Instituto Tecnológico Galileu (MIGAL) de Israel, e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Farperj) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), entre outras instituições. “A pesquisa envolve produção de anticorpos da classe IgY (imuonoglobina Y) em aves e sua purificação para aplicação em imunoterapia e diagnóstico da hepatite A, Rotavirose e HSV1”, contou o professor Marcelo Alves Pinto, pesquisador do IOC e chefe do Laboratório de Desenvolvimento Tecnológico em Virologia, que articulou as pesquisas junto ao UNIFESO. “O professor Marcelo é grande amigo e colaborador, uma vez que temos convênio com o laboratório da FIOCRUZ, do qual ele é responsável, para novas pesquisas e aperfeiçoamento dos estudantes”, destacou o professor André Vianna Martins, coordenador do curso de Medicina Veterinária.

No UNIFESO, o professor Ézio Tavares Iff, do curso de Medicina Veterinária também colaborou com a pesquisa junto a estudantes do curso, que auxiliaram no processamento das amostras, manutenção dos animais em biotério e escrevendo artigos científicos para revistas de caráter internacional com fator de impacto.


Fonte: Unifeso
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