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O que esperar do e-commerce em 2012?

Por Felipe Morais*

21/12/2011 - 06:54h

Para o mercado de e-commerce, o ano de 2011 começou um tanto conturbado. A B2W, dona das marcas submarino.com, americanas.com, shoptime.com e ingresso.com teve sérios problemas no Natal de 2010 e milhares de e-consumidores foram lesados com isso. Hoje a B2W é, ainda, o principal player do mercado e quando acontece algo com a líder, querendo ou não, a culpa cai nas outras marcas, independentemente do tamanho da marca ou loja. Vamos lembrar que, nós planners, trabalhamos com uma palavra complicada mas fundamental para o sucesso das nossas ações: “percepção”. Se o submarino.com não entregou meu produto, a bitmart.com.br vai entregar?? Pasmem, mas a Bitmart não só vai entregar, como será no prazo e com um atendimento nota 10! Reputação na web é tudo e a percepção passa por isso. Alguns podem falar que o submarino tem muito mais vendas e entregas, ok, mas cada um tem que ter a noção do seu tamanho e estar preparado para isso! Em 2012 vimos, assim com em outros anos, um grande crescimento de lojas virtuais. Tanto lançamento de lojas 100% online como lojas físicas migrando para o online. Isso é excelente, empresários estão vendo a web como um novo canal de vendas, a notícia ruim é que o mercado ainda engatinha no país! Achar que e-commerce é tendência é estar defasado, que ele está consolidado é ser precipitado. Estamos vivendo o meio termo. Apenas 30 dos 195 milhões de pessoas que moram no Brasil vão comprar ao menos um produto via loja online em 2011. Bom número, mas bem pequeno frente a população do Brasil. Espera-se que em 2012, 40 milhões de pessoas comprem, mas até o fim do mesmo ano, serão mais de 200 milhões de pessoas morando no Brasil e a proporção continua pequena! Menos de 20% da população vai comprar online. Para 2012 eu espero crescimento não apenas de e-consumidores, mas também de lojas, vendas, portifolio de produtos e de qualidade nas lojas. Espero ver ações de marca e respeito com o consumidor se consolidando. Sonho??? Esses fatores serão os pilares para o crescimento das lojas online. O marketing será fundamental e quanto mais inovações, relacionamento e pesquisa para entender comportamento de consumo maiores serão as chances de sucesso! E não fechem os olhos para a comunicação 360o só por que a sua loja é 100% online! Estratégias diferenciadas, inovadoras e mesmo as “feijão com arroz” como links patrocinados no Google serão essenciais para crescimento, entretanto, de nada valerá tudo isso sem ter um elemento primordial no processo: PESSOAS Não adianta analytics, TGI, Marplan, ComScore, Ibope, adwords sem inteligência humana por trás!!! Não adianta as ideias mirabolantes sem alguém que as execute! O diferencial de uma empresa são os talentos que nela estão! Será que a Tecnisa seria o que é sem Romeo Busarello, Paulo Schiavon, Denilson Novelli e sua equipe??? Difícil… Nos últimos eventos que fui, a pergunta principal vem ao encontro do parágrafo acima. Quem faz a diferença são as pessoas, ok, mas onde estão essas pessoas, esses talentos? Essa é uma pergunta que o mercado inteiro faz! As poucas que conhecem e-commerce estão nos grandes players ou tem suas próprias lojas. Tirar essas pessoas desse ambiente significa investir muito dinheiro em salário e benefícios. Então a solução é formar esses profissionais. E quem já tem? Como aumentar vendas? Como se relacionar? Como sabe quem é meu publico? Como impactar de forma relevante? Como inovar, entrar no Mobile ou achar o melhor portal para anunciar? Como uso palavras-chaves para alavancas meu negócio?? Essas respostas podem ser dadas com uma única palavra: estratégia Planeje, pense, avalie e entenda o que e como fazer para elevar as suas vendas, afinal, de nada adianta ter uma loja online que não gere lucros, certo?? *Felipe Morais (@plannerfelipe) é especialista em planejamento estratégico digital e professor da Pós Graduação em Marketing Digital da Faculdade Impacta Curso de Férias: Estratégias de marketing digital para e-commerce – Saiba como planejar estratégias vendedoras para e-commerce. Clique aqui e confira

Fonte: Impacta
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