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Professor da UNITAU contribui para o desempenho da seleção Iraniana

O docente acompanhou os atletas durante a passagem da equipe pelo Brasil

01/07/2014 - 09:52h

O Prof. Dr. Luciano Moreira Rosa, da Universidade de Taubaté, atua atualmente como analista biomecânico no laboratório do time paulista Corinthians, e, durante a Copa, foi emprestado à seleção do Irã para realizar a análise biomecânica dos atletas. Ele atuou na parte preventiva e na reabilitação dos atletas lesionados durante a preparação para o Mundial.

Luciano conta que a oportunidade de trabalhar com a seleção do Irã surgiu devido ao trabalho que vem desenvolvendo no Corinthians. “O chefe do departamento de fisioterapia do clube, Bruno Mazziotti, foi convidado pelo Prof. Carlos Queiroz, treinador da seleção do Irã, para coordenar toda parte de preparação final dos atletas, e, em seguida, ocorreu a minha convocação”, explicou.

Luciano ministra aulas de biomecânica e prática traumato-ortopédica supervisionada na UNITAU desde 2001, e acredita ser uma experiência enriquecedora tanto para ele quanto para os alunos.

O professor pretende, por meio dos casos clínicos apresentados pelos alunos, realizar a discussão do caso e comparar com os atletas de alto rendimento, e também com situações que ocorrem em um torneio de alto nível esportivo, como, por exemplo, a Copa do Mundo de futebol.

Em relação aos jogadores, o professor conta que a preparação começou 90 dias antes da Copa e que os atletas são extremamente atenciosos e dedicados aos trabalhos propostos, mas que a maior dificuldade é em relação ao trabalho de base e preventivo, que ainda é muito deficiente nos clubes iranianos.

O Irã foi derrotado pela Bósnia, no último dia 25, e está fora do campeonato, mas, para o professor, a participação foi muito positiva, pois o trabalho proposto foi alcançado com êxito. “Reabilitamos o atleta que chegou com lesão do último campeonato na Áustria, e fomos uma das únicas seleções que não teve um atleta substituído ou cortado devido a lesões.”

 Para Luciano, a oportunidade foi única. “Todos nós que trabalhamos com esporte de alto rendimento temos o desejo de participar de um campeonato mundial, além de poder representar as instituições em que trabalho, como a Universidade de Taubaté e o S.C.Corinthians paulista”, concluiu.

Ariane Caldas


Fonte: Unitau
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