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Alunos da Unilab, no Ceará, estão sem auxílio moradia há quatro meses

23/04/2014 - 17:01h

Estudantes protestam contra a demora no repasse do auxílio moradia e alimentação (Foto: Arquivo pessoal)
Estudantes protestam contra a demora no repasse do auxílio moradia e alimentação (Foto: José Wilson Nascimento/Arquivo pessoal)

Estudantes da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), no interior do Ceará, realizam um protesto há dois dias contra o atraso no repasse do auxílio moradia. Por conta da falta da verba, parte dos estudantes foi despejada das residências alugadas na cidade de Redenção e acampam no campus na universidade. As informações foram enviados por alunos da universidade pela ferramenta VC no G1.

"Eles querem tratar o estudante com as diretrizes da Unilab, de garantir direitos, mas a gente não está vendo isso. Não temos moradia na universidade. A situação é mais preocupante ainda para os estudantes que estão chegando, que não têm auxílio e não têm onde ficar", diz o estudante Faustino Manoel, do Conselho Estudantil.

A Unilab recebe alunos de países de língua portuguesa, na maioria de Guiné Bissau. Os estudantes recebem um auxílio de R$ 380 para pagamento de aluguel e alimentação. Sem o valor, os estudantes estão se alimentando no restaurante universitário, que serve alimentação gratuita por conta da situação. Alguns estudantes estão sem receber o valor há quatro meses.

Sem ter como pagar aluguel, alunos acampam no campus da Unilab (Foto: Arquivo pessoal)
Sem ter como pagar aluguel, alunos acampam no
campus da Unilab
(Foto: José Wilson Nascimento/Arquivo pessoal)

A Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira afirma que já concluiu um acordo com o Ministério Da Educação para receber o valor equivalente à verba destinada aos estudantes. Segundo a Unilab, a "estimatimativa" é de que o valor estará depositado na conta dos alunos a partir de quinta-feira (24).

Os estudantes reclamam também da qualidade da alimentação servida. "Não existe água potável. Nós passamos três dias, com dezenas de alunos, e eles providenciaram apenas um garrafão de água, o que não foi suficiente", reclamam a estudante, Valônia Lemos.



Fonte: G1

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