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Aproximadamente um quarto dos universitários sofrem de pressão alta

02/12/2014 - 07:49h

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Conclusão é de um estudo realizado por duas professoras da Faculdade Anhanguera de Campinas e será apresentado em congresso no Rio de Janeiro

 

Um estudo realizado com 292 estudantes voluntários aponta que 22,2% dos Universitários convivem com a hipertensão, a chamada pressão alta. O levantamento feito pelas professoras da Faculdade Anhanguera de Campinas – Unidade 3, Priscila Sperling Cannavan e Simone Andery-Pinto, coordenadoras do Pronatec e do curso de Fisioterapia, respectivamente, teve como objetivo levantar a incidência de fatores de risco de morte súbita entre os universitários.

 

O trabalho das professoras, que tem como título a “Prevalência de Fatores de Risco para a Morte Súbita em Estudantes Universitários”, será apresentado no próximo dia 5 de dezembro, no XXXI Congresso Brasileiro de Arritmias Cardíacas, no Rio de Janeiro.

 

Como definição, a morte súbita é aquela que acontece de maneira instantânea ou em até 24 horas após o início dos sinais e sintomas. As principais causas são as doenças cardiovasculares que, por sua vez, têm a hipertensão arterial, a obesidade e o sedentarismo como principais fatores de risco.

 

Para a realização do estudo, as professoras entrevistaram e avaliaram 184 estudantes do sexo feminino e 108 do sexo masculino. A média de idade dos entrevistados é de 29 anos. Entre as mulheres foi observado que 14% apresentavam níveis de pressão arterial acima do ideal, 34,2% estavam acima do peso e apenas 30% admitiram praticar algum tipo de atividade física. Já entre os homens, as pesquisadoras identificaram uma discrepância. Apesar de 48% deles afirmarem praticar alguma atividade física rotineiramente, cerca de 60% estavam acima do peso e, 36,5% apresentaram níveis de pressão arterial acima do normal.

 

De acordo com as pesquisadoras, tendo em vista que trata-se de uma população no auge da produtividade econômica, conhecer esses fatores permite o refinamento para a prevenção de doenças cardiovasculares e morte súbita entre jovens ativos. “Trata-se de um importante mecanismo para evitar que jovens adultos venham a óbito ou fiquem acamados por conta de doenças que podem ser evitadas”, explica a professora Priscila.


Fonte: Anhanguera

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