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Em greve, professores e funcionários estaduais protestam em Curitiba

09/02/2015 - 09:01h

Professores e funcionários de escolas estaduais manifestam no Centro Cívico, em Curitiba (Foto: Divulgação/APP-Sindicato)
Professores e funcionários de escolas estaduais manifestam no Centro Cívico, em Curitiba (Foto: Divulgação/APP-Sindicato)

Cerca de três mil professores e funcionários das escolas estaduais protestam nesta segunda-feira (9), em frente à Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), contra um pacote de medidas do governo que afeta as carreiras dos educadores, conforme o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP-Sindicato), Hermes Leão. A categoria exige o pagamento de benefícios atrasados e a reabertura dos turnos fechados no fim do ano passado.

A categoria decidiu entrar em greve desde sábado (7) em uma assembleia realizada em Guarapuava, na região central do estado. O início do ano letivo começaria nesta segunda-feira (9). A paralisação prejudica 950 mil alunos.

Segundo o presidente do APP-Sindicato, os trabalhadores devem permanecer em frente a Alep nesta segunda. "No início da manhã, os professores e funcionários estiveram nas escolas para orientar os alunos e pais. Vamos ficar o dia todo aqui em frente a Assembleia e já estamos preparando uma manifestação para terça (10). É um total desrepeito com os trabalhadores e também com os estudantes, porque muitas escolas estão sem condições para o início das aulas", disse ao G1.

Na sexta-feira (6), o Secretário Estadual de Educação, Fernando Xavier Ferreira, falou sobre os problemas com a falta de professores e funcionários na rede estadual de ensino em uma Entrevista à RPC. Ferreira havia garantido o reinício das aulas e orientado os pais a levarem os filhos para as escolas. Sobre as rescisões atrasadas, o governo estadual informou que o pagamento deve acontecer no fim deste mês.

Após o anúncio da greve, a Secretaria Estadual de Educação (SEED) lamentou a decisão dos professores. Em nota, a secretaria lembrou que, nos últimos quatro anos, a categoria recebeu 60% de reajuste salarial e ampliação de 75% na hora-atividade, dois avanços históricos em vencimentos e benefícios.

Ainda de acordo com o governo, em 2014, os investimentos do Paraná no setor superaram em R$ 1,8 bilhão o mínimo constitucional e o Estado aplicou na área 35% do orçamento.



Fonte: G1

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